Bom Dia,

 Senhores(as) Revendedores(as), informamos que já esta em vigência desde 1 de outubro nossa nova tabela de preços.
Muitas novidades e preços nesta nova edição! Produtos que muitos revendedores tinha necessidade de vender no mercado, agora estão sendo atendidos, alguns produtos tiveram reajuste.
Pedimos para que entrem em contato com a unidade de sua região para solicitar a versão digital ou pegar a versão impressa em nossos endereços no menu ao topo deste Blog, “Comprar On-Line“.

Desde já agradecemos a parceria que juntos formamos.

Ótimas vendas!!!

Equipe A Casa do Cartão®.

Sejam bem vindos!

Sejam bem vindos ao nosso blog.

Aqui vocês terão toda informação que precisam para comprar em nossas lojas on-line, garantindo a melhor qualidade e mantendo o padrão, permanecendo cobertos pela garantia de cada produto adquirido conosco.

Utilizem as informações aqui publicadas e aumentem seus conhecimentos e garantam um conhecimento maior para sua carreira.

Agradecemos desde já e desejamos uma ótima leitura.

Links de leituras complementares postadas aqui em nosso blog pode conter tutoriais que alteram o sistema operacional ou o sistema de trabalho de design.

Chamamos a atenção de todos que alguns tutoriais devem ser seguidos com consciência e sabedoria. Portanto, ao seguir qualquer tutorial que esteja fora de nosso domínio, esteja  ciente das alterações e sempre mantenha um backup, ou ponto de restauração de sistema operacional ativo.

A História do Cartão de Visita

Em 16 anos como profissional de Design Gráfico, sempre pesquisei a origem e como utilizar corretamente cada impresso que nossa empresa produz, e ter um conhecimento dentro da área, para estar sempre bem informado sobre a minha profissão e os produtos que a compõe.

Um dos textos mais completos que encontrei em pesquisas Google foi de um profissional chamado “Ary Portal” que ao final do texto me levou a um site americano com uma matéria em inglês sobre a história do nosso famoso “Cartãozinho de visita”.

O texto é bem completo e vale a pena ler e ficar por dentro dessa história…

O texto diz o seguinte:

Continue lendo

Cores rgb.

Cores RGB

RGB é a abreviatura do sistema de cores aditivas formado por Vermelho (Red), Verde (Green) e Azul (Blue). O propósito principal do sistema RGB é a reprodução de cores em dispositivos eletrônicos como monitores de TV e computador, “datashows”, scanners e câmeras digitais, assim como na fotografia tradicional. Em contraposição, impressoras utilizam o modelo CMYK de cores subtrativas.

O modelo de cores RGB é baseado na teoria de visão colorida tricromática, de Young-Helmholtz, e no triângulo de cores de Maxwell. O uso do modelo RGB como padrão para apresentação de cores na Internet tem suas raízes nos padrões de cores de televisões RCA de 1953 e no uso do padrão RGB nas câmeras Land/Polaroid, pós Edwin Land.

Funcionamento

Modelos aditivos de luzes são combinados de várias maneiras para reproduzir outras cores. O nome do modelo e a abreviação RGB vêm das três cores primárias: vermelho, verde e azul (Red, Green e Blue, em inglês), e só foi possível devido ao desenvolvimento tecnológico de tubos de raios catódicos – com os quais foi possível fazer o display de cores ao invés de uma fosforescência

Estas três cores não devem ser confundidas com os pigmentos primários Ciano, Magenta e Amarelo, conhecidos no mundo das artes como “cores primárias”, já que se combinam baseadas na reflexão e absorção de fótons visto que o RGB depende da emissão de fótons de um componente excitado a um estado de energia mais elevado (fonte emissora, por exemplo, o tubo de raios catódicos).

O modelo de cores RGB, por si só, não define o que significa “vermelho”, “verde” ou “azul” (espectroscopicamente), e então os resultados de misturá-los não são tão exatos (e sim relativos, na média da percepção do olho humano).

O termo RGBA é também usado, significando Red, Green, Blue e Alfa. Este não é um modelo de cores diferente, e sim uma representação – uma vez que o Alpha é usado para indicar transparência. Em modelos de representação de cores de satélite, por exemplo, o Alpha pode representar o efeito de turbidez ocasionado pela atmosfera – deixando as cores com padrões mais opacos do que seria a realidade.

O sistema RGB e os ecrãs/as telas do computador

Uma aplicação comum do modelo de cores RGB é o ecrã/tela do computador ou display ou na televisão a cores em um tubo de raios catódicos, de cristal líquido ou de plasma, como televisões ou monitores de computador. Cada pixel na tela pode ser representado no computador ou na interface do hardware (por exemplo, uma “placa de gráficos”) como valores para vermelho, verde e azul. Esses valores são convertidos em intensidades ou voltagens via correção-gama, para que as intensidades procuradas sejam reproduzidas nos displays com fidelidade.

Por usar uma combinação apropriada para as intensidades de vermelho, verde e azul, muitas outras cores podem ser representadas. Um adaptador de display típico do ano de 2007 utiliza até 24 bits de informação para cada pixel. Geralmente, a partição é de 8 bits para cada uma das cores (vermelho, verde e azul), dando um alcance de 256 possíveis valores, ou intensidades, para cada tom. Com este sistema, mais de 16 milhões (16.777.216 ou 256³) diferentes combinações de tons, saturação e brilho podem ser especificados, mesmo que não sejam facilmente distinguidos.

Representação numérica

Uma cor no modelo de cores RGB pode ser descrita pela indicação da quantidade de vermelho, verde e azul que contém. Cada uma pode variar entre o mínimo (completamente escuro) e máximo (completamente intenso). Quando todas as cores estão no mínimo, o resultado é preto. Se todas estão no máximo, o resultado é branco.

Uma das representações mais usuais para as cores é a utilização da escala de 0 à 255, bastante encontrada na computação pela conveniência de se guardar cada valor de cor em 1 byte (8 bits). Assim, o vermelho completamente intenso é representado por 255, 0, 0.

  • Branco – RGB (255,255,255);
  • Azul – RGB (0,0,255);
  • Vermelho – RGB (255,0,0);
  • Verde – RGB (0,255,0);
  • Amarelo – RGB (255,255,0);
  • Magenta – RGB (255,0,255);
  • Ciano – RGB (0,255,255);
  • Preto – RGB (0,0,0).

Outro sistema adaptado é o tipo numérico real. Valores decimais para definir tons da cor. São eles utilizados da seguinte forma RGB(0.554,1,0.200) o que gera a cor verde-limão.

Nos programas de edição de imagem, esses valores são habitualmente representados por meio de notação hexadecimal, indo de 00 (mais escuro) até FF (mais claro) para o valor de cada uma das cores. Assim, a cor #000000 é o preto, pois não há projeção de nenhuma das três cores; em contrapartida, #FFFFFF representa a cor branca, pois as três cores estarão projetadas em sua intensidade máxima.

As cores são complementares às do sistema CMYK – Ciano (Cyan), Magenta (Magenta), Amarelo (Yellow) e Preto (blacK/Key) – e a sua mistura forma a cor branca.

Fonte: Wikipédia

Gabaritos: Definição e utilização.

Desenvolvemos gabaritos para todos os produtos que vendemos em nosso site, eles são úteis para orientar e garantir a qualidade dos impressos.

Através deste tutorial iremos especificar o que cada um deles tem por padrão, e os significados de cada linha guia utilizada para identificar as necessidades de produção.

Linhas Guia

As linhas guia vão orientar onde deve estar cada item em seu design, para que no final do acabamento seu impresso fique como você planejou.

Elas estão classificadas em três cores, Vermelhas, Verdes e Azuis Ciano.

1ª – Linhas Guia, Vermelhas:
Elas delimitam o tamanho total de sua arte final, já incluído o setor de sangria do design. Enviar o fundo maior é desnecessário, uma vez que as próximas linhas guia já delimitam com proximidade onde será o corte de acabamento.

Imagem do gabarito de cartão de visita com as linhas guias definindo o tamanho final do design.
Imagem do gabarito de cartão de visita com as linhas guia, definindo o tamanho final do design.

2ª – Linhas Guia, Verdes
Elas delimitam o local máximo de onde a lamina de corte poderá atingir. Lembramos que essas linhas guia, não define, exatamente onde o corte será atingido, sim que o corte terá o limite nela.

Imagem do gabarito de cartão de visita com as linhas guias definindo a proximidade de onde será o corte de acabamento.
Imagem do gabarito de cartão de visita com as linhas guia, definindo a proximidade de onde será o corte de acabamento.

O espaço que se inicia nas linhas guia, vermelha e finaliza nas linhas guia, verde, é conhecido como “margem de sangria“, um local variável de onde o corte de acabamento finalizará.

Veja esta imagem abaixo:

Imagem do gabarito de cartão de visita com a área de sangria em destaque.
Imagem do gabarito de cartão de visita com a área de sangria em destaque.

3ª – Linhas Guia, Azuis Ciano
Elas delimitam o local máximo onde o texto deverá estar posicionado para não acontecer de ser cortado no momento do acabamento.

Imagem do gabarito de cartão de visita com as linhas guias definindo a área de segurança de texto.
Imagem do gabarito de cartão de visita com as linhas guia, definindo a área de segurança de texto.

Veja abaixo a imagem completa do arquivo de gabarito já com todas as linhas guia:

Imagem do gabarito de cartão de visita com todas as linhas guias.
Imagem do gabarito de cartão de visita com todas as linhas guia.

Seguindo todas essas especificações você garante a qualidade de seu design, e o resultado final de seu impresso coberto pela Garantia A Casa do Cartão®.

Aproveitem as dicas e bom desenvolvimento.

Dúvidas e sugestões deixem aqui abaixo uma resposta…

Cores CMYK.

Cores CMYK

Espectro de cores CMYK.
Espectro de cores CMYK.

CMYK é a abreviatura do sistema de cores formado por Ciano (Cyan), Magenta (Magenta), Amarelo (Yellow) e Preto (Black).

O CMYK funciona devido à absorção de luz, pelo fato de que as cores que são vistas vêm da parte da luz que não é absorvida. Este sistema é empregado por imprensas, impressoras e fotocopiadoras para reproduzir a maioria das cores do espectro visível, e é conhecido como quadricromia. É o sistema subtrativo de cores, em contraposição ao sistema aditivo, o RGB.

Ciano é a cor oposta ao vermelho, o que significa que atua como um filtro que absorve a dita cor (-R +G +B). Da mesma forma, magenta é a oposta ao verde (+R -G +B) e amarelo é a oposta ao azul (+R +G -B). Assim, magenta mais amarelo produzirá vermelho, magenta mais ciano produzirá azul e ciano mais amarelo produzirá verde.

Inclusão do preto

O preto pode ser produzido misturando os três pigmentos primários, mas por várias razões, é preciso adicionar tinta preta ao sistema:

  • O preto que se cria misturando os três pigmentos primários não é puro, devido às impurezas encontradas neles;
  • Empregar o 100% das tintas ciano, magenta e amarelo produz uma camada que, dependendo do tipo de papel, pode não secar ou ainda romper a folha se muito fina;
  • Os textos imprimem-se geralmente no preto pois incluem detalhes muito finos que seriam complicados de conseguir mediante a superposição de três tintas;
  • O pigmento preto é o mais barato de todos, razão pela qual criar preto com três tintas seria muito mais caro.

CMYK versus RGB

O padrão CMYK é mais usado para impressão, enquanto que monitores e televisões usam o padrão RGB (Vermelho (Red), Verde (Green) e Azul (Blue)), onde são usadas apenas três cores. Como o CMYK que se usa na indústria gráfica é baseado na mistura de tintas sobre o papel e o CMYK usado nos sistemas de computador não passa de uma variação do RGB, nem todas as cores vistas no monitor podem ser conseguidas na impressão, uma vez que o espectro de cores CMYK (gráfico) é significativamente menor que o RGB. Alguns programas gráficos incorporam filtros que tentam mostrar no monitor como a imagem será impressa.

Além do CMYK e do RGB, existem outros padrões de cores, como o Pantone, onde em lugar de um certo número de cores primárias que são combinadas para gerar as demais, tem-se um conjunto maior de tintas especiais, que misturadas entre si, produzem na impressão uma gama de cores consistente com o que é visto em um mostruário.

Meio-tom

As cores usadas na impressão são semi-transparentes, de modo que a sobreposição do ciano e do amarelo, produzam o verde, por exemplo. Entretanto, para a variar a quantidade de tinta transferida para o papel é necessário um recurso denominado meio tom.

Meio tom é a transformação das massas de cores em malhas de minúsculos pontos correspondentes a cada uma das quatro cores. Sem estes pontos, cada cor primária seria apresentada como uma massa densa e uniforme de cor. Com meios-tons é possível variar o tamanho ou a frequência dos pontos, produzindo variações percentuais na aplicação das cores.

O tamanho reduzido dos pontos aplicados no papel e sobrepondo aos pontos das outras cores faz com que o olho humano perceba o conjunto como uma única cor. O conjunto de pontos específico de cada uma das quatro cores é costumeiramente chamado de tela, ou retícula.

Lineatura

Originalmente, as telas de meio-tom eram produzidas através de linhas paralelas marcadas em duas lâminas de vidro, coladas em ângulo reto. Cada cor então atravessava essas lâminas, produzindo uma imagem em alto contraste de pontos que variavam de tamanho de acordo com a maior ou menor incidência de luz proporcionada pela imagem original. Mais tarde, este processo tornou-se obsoleto com a introdução de filmes de alto contraste sobre os quais a separação era diretamente produzida. Estes filmes, por sua vez, têm sido gradualmente deixados de lado pela recentemente introduzida tecnologia computer to plate (CTP), que gera as chapas de impressão diretamente dos arquivos digitais. Com essa tecnologia, ganha-se em custos, em tempo, em fidelidade de reprodução do original, e elimina-se o uso de produtos químicos da revelação dos filmes, tóxicos ao ambiente.

A freqüência das linhas é usada como medida da definição da imagem final. Quanto maior a lineatura, ou linhas por polegada (lpi), maior a definição e, portanto, a qualidade visual da imagem. Jornais e papéis de alta absorção de tinta usam costumeiramente uma lineatura entre 60 a 120 lpi, enquanto impressos de maior qualidade, empregam lineatura maiores, entre 125 a 200 lpi ou mais.

Ganho de ponto

A medida de quanto um ponto de tinta se espalha e aumenta em função das características do papel é denominada ganho de ponto. É uma ocorrência que deve ser levada em consideração durante o preparo das retículas de impressão. O ganho de ponto é maior quanto mais absorvente for o papel.

Ângulo de tela

Quando duas telas de pontos são sobrepostas, é possível que ocorra o fenômeno conhecido como moiré, produzindo efeitos visuais indesejáveis na impressão final. Para que isso seja evitado, variações de inclinação são aplicadas às telas de meio-tom, desalinhando os pontos de uma cor em relação aos de outra. Essas inclinações são indicadas em graus conforme a tabela ao abaixo.

Tabela de Ângulos CMYK.
Tabela de Ângulos de tela CMYK.

Limitações

Na reprodução realística de cores, a quadricromia é limitada pela amplitude do espectro cromático do sistema CMYK. Na prática isso quer dizer que determinadas cores visíveis pelo olho humano ou reproduzíveis em outros sistemas, como o RGB, por exemplo, não podem ser obtidas pelo processo de quatro cores. Isso não chega a ser um problema na maioria das aplicações práticas da quadricromia, mas é um obstáculo quando se deseja a reprodução de cores específicas, como tons de céu, de água ou a cor de determinada marca corporativa, por exemplo.

O avanço tecnológico recente tem baixado os custos de impressão, popularizando o uso de mais cores nos processos, a fim de reduzir ou eliminar as limitações da quadricromia na reprodução de determinados tons. Desse modo tem surgido sistemas de impressão com seis ou mais cores, como o Pantone hexachrome1 , que agrega às quatro cores da quadricromia o verde e o laranja, ampliando o espectro cromático e a fidelidade das cores reproduzidas.

Fonte: Wikipédia

Gerenciamento de Cores, Corel Draw®

Manter a cor do monitor gerada pela arte final/sistema “igual” ou “próximo” ao resultado final do papel impresso, é um desafio para qualquer profissional do setor de designer.

O Corel Draw é equipado com uma ferramenta nomeada de “Gerenciador de Cores” que facilita o desenvolvimento do projeto em muitos aspectos. Hoje neste tutorial vamos aprender a configurar essa ferramenta para que os arquivos fiquem no padrão “Europeu de Pré-impressão“.

Garantindo assim uma melhor visualização de cores e uma compatibilidade maior com imagens tratadas com a ferramenta Adobe Photoshop.

Nota: Essa configuração foi testada e aprovada por nossa empresa, uma vez que nossas impressoras e perfis de cores estão compatíveis com os resultados apresentados.

Configurando o Gerenciamento de Cores do Corel Draw®.

Nota: Esta configuração é válida para versões acima da versão Corel Draw X5

Para efetuar com sucesso sua configuração siga os passos abaixo:

– 1º Acesse sua versão Corel Draw.
– 2º Crie um documento em branco para disponibilizar todos os menus do sistema.
– 3º Acesse o menu:
Ferramentas –> Gerenciamentos de Cores –> Configurações padrão…Imagem do passo 3.

– 4º Abertura da tela padrão de fábrica.Tela padrão de fábrica do gerenciamento de cores Corel Draw.Tela padrão de fábrica do gerenciamento de cores Corel Draw.

– 5º No campo de pré-definições, clique e selecione a opção conforme mostra a imagem abaixo:
Lista de opções para definição de perfis de cores.
Lista de opções para definição de perfis de cores.

Após clicar na opção, as configurações devem ficar iguais as que mostra a imagem abaixo:Configuração final após selecionar a opção "Pré-impressão na Europa".Configuração final após selecionar a opção “Pré-impressão na Europa”.

– 6º Clique no botão OK, para finalizar as configurações.
– 7º Feche o Corel Draw.
– 8º Abra novamente e confira se as configurações estão mantidas.

Confirmado que as configurações foram salvas pelo sistema, a partir de agora, todos os novos arquivos estarão padronizados com os perfis de cores que facilitaram o desenvolvimento de seus projetos.

Obs.: Arquivos desenvolvidos antes da configuração atual não farão parte do novo padrão de configuração. Será necessário uma conversão manual dos perfis vinculados ao arquivo antigo. “Faremos outro tutorial em breve para esse procedimento“.

Importante: Ao converter perfis de cores já utilizados, para o novo padrão apresentado. O Corel Draw  fará alterações na composição CMYK ou RGB da cor utilizada para manter a gama de cores. Fique atento a essas mudanças!

Imagem de pesquisa Google®.

Cores Pantone

Pantone Inc., é uma empresa sediada em Carlstadt, New Jersey conhecida pelo seu sistemas de cor, largamente utilizado na indústria gráfica.

A Pantone foi fundada em 1962 por Lawrence Herbert, que foi diretor da companhia. Inicialmente, Pantone era uma pequena empresa que fabricava cartões de cores para companhias de cosméticos. Rapidamente, Herbert adquiriu a Pantone e desenvolveu o primeiro sistema de cores em 1963.

Entre os primeiros produtos estavam os Guias Pantone, que consistiam num grande número de pequenos e finos cartões (aproximadamente com 5 cm), impressos num dos lados com uma série de cores relacionadas e então unidos num pequeno livro. Por exemplo, uma determinada página poderia conter certo número de amarelos variando em luminância desde claro a escuro. Edições anuais dos Guias Pantone são editadas visto que as tintas utilizadas em cada edição com o tempo degradam-se. Em teoria, a ideia do sistema Pantone é escolher as cores desejadas dos guias e então utilizar os números para especificar de que forma é que se vai imprimir o output. Por exemplo, podemos pedir à empresa que imprima o trabalho utilizando a cor Pantone 655 e a empresa terá instruções sobre como produzir a cor 655 no seu equipamento. Desta forma, o produto final será exactamente o pretendido. Recomenda-se que os Guias Pantone sejam substituídos anualmente. Os Guias Pantone de diferentes edições muitas vezes têm cores diferentes de outras edições. Uma solução é a digitalização, com a utilização da biblioteca de cores Pantone em espectrofotómetros. Desta forma, os utilizadores poderiam medir o valor da cor e compará-lo com o valor Pantone directamente, sem ter que o comparar com a versão impressa do guia.

Na realidade, existem inúmeras diferenças sutis na forma como os diferentes equipamentos produzem um determinado espectro de cores. Materiais impressos utilizam o sistema de quatro cores CMYK, enquanto que ecrãs de computador usam o sistema RGB, e o acerto entre os dois pode ser extraordinariamente difícil. Enquanto que o sistema Pantone funciona bastante bem entre equipamentos de diferentes tipos, a transição de ecrã para impressão – a forma como a maioria da publicações são hoje produzidas – ainda é vista por muitos como um ato de tentativa e erro.

As cores Pantone, descritas pelo seu número, encontraram também lugar na legislação, particularmente na descrição das cores das bandeiras. O Parlamento da Escócia debateu uma medida para definir que a Bandeira escocesa seja definida como Pantone 300. Da mesma forma, outros países como Canadá e Coreia do Sul indicam cores Pantone específicas para utilização, quando da produção das bandeiras. Desconhece-se se os legisladores sabem que as cores Pantone podem variar ou que a ciência da cor tem hoje formas muito mais exactas de definir uma determinada cor.

A lista de números de cor e valores da Pantone é pertença da propriedade intelectual da Pantone e o uso gratuito da lista não é autorizado. É por este motivo que as cores Pantone não são suportadas em software livre como GIMP e Inkscape, e muitas vezes não estão presentes em soluções de software de baixo custo.

Fonte: Wikipédia